"viabilidade económica da Municipália".
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
C.D.S. ACUSA EXECUTIVO MUNICIPAL DE ENDIVIDAR O CONCELHO DE ODIVELAS
"viabilidade económica da Municipália".
Mensagem da Presidente da Camara Municipal de Odivelas
Car@ Munícipe,
Agosto continua a ser um mês tradicionalmente escolhido pela larga maioria dos portugueses para desfrutar de umas merecidas e revigorantes férias.
No entanto, aqui em Odivelas, não deixaremos de continuar a marcar o nosso ritmo, sendo diferenciadores e dinâmicos, contando consigo, e promovendo a sua participação ativa como parte da alavanca que faz andar este jovem concelho!
Para si duplicámos a nossa área verde, construímos novos jardins, requalificámos largos, zonas ribeirinhas e avenidas, e instalámos 10 circuitos bio saudáveis em todas as freguesias. Lançámos o Cartão Sénior e desenvolvemos um programa permanente de promoção do envelhecimento ativo e saudável, além de melhorarmos a mobilidade de jovens e seniores com o autocarro "Voltas". Temos agora novos centros escolares, refeições diárias e manuais escolares para os nossos jovens estudantes.
Muito recentemente foram inaugurados 2 novas Unidades de Saúde Familiar, na Ramada e na Póvoa de Santo Adrião, num investimento de mais de 6 milhões de euros. E, ao longo dos últimos anos, foram elevados Complexos Desportivos e novas infraestruturas, como o Pavilhão Multiusos de Odivelas, palco do Desporto Mundial, Europeu e Nacional, onde treinam cerca de 600 atletas por dia.
A Malaposta é hoje o 3º centro cultural do país e a essa dinâmica juntam-se o Centro de Exposições de Odivelas, a Casa da Juventude e as nossas Bibliotecas, onde é gradualmente maior a afluência de pessoas que procuram estes espaços culturais de reconhecida qualidade.
É inegável que somos hoje um Concelho educador, solidário e fraterno, mais verde, sustentável e coeso, com mais saúde, cultura e qualidade de vida.
Estes resultados dão-nos o ânimo e a motivação necessárias para continuar a acreditar no nosso sonho de tornar este território ainda melhor para viver, crescer, estudar, investir e envelhecer, construindo já hoje o Futuro que almejamos.
E é a pensar em si e para que possa retemperar forças no seu território, que a sua Câmara Municipal preparou novas atividades cheias de ritmo e diversidade porque o Verão é (em) movimento e Odivelas não para nem pode parar!
Consulte a sua agenda municipal!
Um abraço amigo da sua Presidente
Susana Amador
Loja de Turismo exibe delícias gastronómicas, no Strada Shopping § Fashion Outlet.
Foi ontem inaugurada na Loja do Turismo, do Strada Shopping § Fashion Outlet, uma exposição promovida por Pastelarias do Concelho de Odivelas.
A Marmelada Branca de Odivelas é tradicionalmente o doce conventual por excelência de Odivelas. No entanto, os 8 produtores deste doce produzem outros produtos que embora menos divulgados são igualmente de excelência.
Até ao final do mês de Agosto o destaque vai para as delícias gastronómicas dos Produtores de Marmelada Branca de Odivelas, nomeadamente Carolina Pinho, Pastelaria Espiga Dourada, Pastelaria Padaria El-Rei D. Dinis, Pastelaria Faruque, Ide Vê-las e Pastelaria Viriato.
A inauguração da Exposição contou com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Susana Amador e do Vereador do Turismo, Mário Máximo.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
ODIVELAS REAFIRMA A APOSTA NA IGUALDADE DE OPORTUNIDAES NA EDUCAÇÃO
Afinal reprovou nos Exames Nacionais? (Artigo de Opinião de Susana Amador no DN, em 1 de Agosto de 2013) A
"Os maus resultados dos exames nacionais, que, aliás, suscitaram críticas das associações de professores das disciplinas de Português e de Matemática, assim como da Confap, segundo a qual os enunciados revelavam problemas estruturais na sua conceção, não são o espelho do mau desempenho dos alunos ou dos professores, são, a meu ver, diretamente imputáveis ao Governo vigente..."
INÍCIO:
Os resultados dos exames nacionais do 9.º e do 12.º ano foram avassaladores. Alunos, professores e pais reagiram desanimados e frustrados perante uma percentagem colossal de resultados negativos. Alunos com notas de mérito, que nunca tiveram resultados negativos no seu percurso escolar tiveram de enfrentar uma humilhação inesperada e injusta. Em nove anos de realização de exames nacionais de 9.º ano, assistimos, este ano, ao pior resultado em Português e ao terceiro pior em Matemática. Ambos com média negativa, respetivamente 47% e 43%. Também os exames de 6.º ano registam uma quebra, quando comparado com 2012.Segundo o Ministério da Educação e Ciência (MEC), parece que a culpa é dos alunos e que terão de estudar mais.Mas a realidade revela que na sua obsessão cega por obter ganhos orçamentais imediatos, o Governo, através do MEC, decidiu-se por um conjunto de medidas que começam a revelar as suas consequências nefastas, nomeadamente, ao extinguir o Plano de Ação para a Matemática, os apoios ao Plano Nacional de Leitura e terminar com a obrigatoriedade do estudo acompanhado e com as aulas de substituição, bem como, ao proceder à extinção de disciplinas e à redução da oferta de cursos de educação e formação para alunos com idade igual ou superior a 15 anos, o que resultou na redução do tempo de trabalho e de permanência dos alunos em ambiente escolar e de aprendizagem.
A alteração não fundamentada da matriz curricular, o aumento do número de alunos por turma, a desvalorização do acompanhamento psicológico aos alunos, a extinção da área de projeto e a redução crescente ou eliminação dos apoios sociais, foram outras medidas adotadas empiricamente pelo Governo que, tal como era previsível, estão a deixar um rasto de maus resultados.Os maus resultados dos exames nacionais, que, aliás, suscitaram críticas das associações de professores das disciplinas de Português e de Matemática, assim como da Confap, segundo a qual os enunciados revelavam problemas estruturais na sua conceção, não são o espelho do mau desempenho dos alunos ou dos professores, são, a meu ver, diretamente imputáveis ao Governo vigente que, além das medidas introduzidas, transformou a escola pública num experimentalismo primário e labiríntico, de onde não se vislumbra uma saída ou sequer uma luz ténue que nos faça sair do caos em que nos encontramos.Nestes momentos de desilusão coletiva, impunha-se no mínimo alguma análise introspetiva da parte dos responsáveis políticos. Mas isso seria esperar demais por parte de quem não acredita na construção de uma escola de cidadãos onde a igualdade e a equidade estão algures neste momento em parte incerta. A verdade é que nos últimos dois anos assistimos a uma desconstrução da escola pública e dos seus principais pilares e, tal como o Governo se desmorona todos os dias, também o edifício da escola pública ameaça colapsar. Aliás, só tem resistido porque este edifício está ancorado na determinação e na luta constante de pais, professores, alunos e autarquias, que teimam em não o deixar desabar, porque sabem que a escola do conhecimento e do ser é determinante para o futuro e competitividade de Portugal.
O clima de instabilidade da classe docente e a incerteza quanto ao futuro minam a autoestima e abalam a confiança de todo o sistema. Os resultados dos concursos de professores mais recentes, onde, p. ex., dos 45431 candidatos foram admitidos... três, reflete que, definitivamente, o MEC demitiu-se de implementar qualquer política para a educação efetiva e credível em troca da intenção exclusiva de reduzir custos diretos neste sector, ainda que isso implique o desequilíbrio das contas públicas por via da redução das receitas fiscais e, simultaneamente, pelo agravamento das prestações sociais do Estado, além de fomentar o drama social e económico das famílias, da economia nacional e do País.Uma escola despedaçada, envolta num país de onde não se vê o futuro nem a esperança, tamanha a espessura do nevoeiro das políticas em que estamos envoltos, políticas essas que não deram resultados, ou melhor, que nos levaram para uma situação bem pior e profundamente mais grave em termos de desemprego, défice orçamental, dívida pública e nas políticas educativas. Mas, apesar deste espesso nevoeiro, que mais não é na realidade do que o acumular de sucessivas cortinas de fumo, os portugueses sabem e sentem que o navio encalhou no cabo das Tormentas. Mas também sabem que "o mar é plano e o céu é azul, sempre que vou e o mundo é pequeno para quem ficou". Por isso, temos de ir... pela escola da igualdade de oportunidades, a escola que tem o mundo todo no seu seio, porque é tolerante e inclusiva.




